Edição 104 – 2006
RESTROSPECTIVA
Micro e pequenas empresas apresentam novidades no Pavilhão Sebrae

Presente em 30 setores da economia nacional, da indústria automotiva à construção civil, o mercado de feiras no Brasil movimenta bilhões de reais por ano. Geralmente, porém, as exposições abrigam empresas de portes mais modestos. Por demandar investimentos, a participação nem sempre está ao alcance. Mas no Simtec, subsidiados pelo Sebrae, 29 micro e pequenos empresários apresentaram produtos e serviços para os visitantes da Mostra.

As empresas arcaram 60% do valor dos estandes – os outros 40% foram custeados pelo Sebrae, que também ofereceu estrutura de apoio (equipes de limpeza e segurança, divulgação e organização), além de espaço para reuniões de negócios, internet.

O gerente regional do Sebrae/Piracicaba, Antonio Carlos de Aguiar Ribeiro, ressalta os aspectos positivos da participação das micro e pequenas empresas em eventos como o Simtec. “É fundamental para a visibilidade das empresas dentro de sua cadeia produtiva. Eventos como o Simtec proporcionam o surgimento de importantes contatos, dos quais podem derivar negociações e contratos comerciais posteriores”, afirma.

Aguiar defende a manutenção do subsídio do Sebrae aos pequenos empresários no próximo Simtec. Para ele, esse auxílio ultrapassa o aspecto financeiro, pautando-se também no suporte estrutural e logístico. “Trabalhamos o pré-evento, o evento e o pós-evento, ou seja, orientamos sobre como a empresa deve agir antes, durante e depois do evento para que possa maximizar seus contatos e oportunidades”, completa.

A organização do Simtec classifica a parceria com o Sebrae como alternativa para mesclar a sua grade de expositores. Segundo o coordenador-geral, José de Jesus Vaz, o Pavilhão do Sebrae no Simtec representa uma inédita vitrine para os micro e pequenos empresários. “Entre os próprios visitantes surgem futuros expositores”, comenta o coordenador-geral.

José Vaz lembra que o Pavilhão do Sebrae resume a proposta estrutural do Simtec. “Somos um evento voltado à promoção do setor sucroalcooleiro como um todo, desde os grandes grupos, passando pelos produtores rurais, até os pequenos empresários de serviços e mão-de-obra”, completa o coordenador.

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