Editorial Edição 72 de Mar/Abr
de 2002
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26% de anidro na gasolina.
É bom ou ruim?
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A forte safra de açúcar pode impulsionar a retomada
de 26% de álcool anidro na gasolina. É uma saída para escoar a produção
e evitar baixas no preço do álcool. Mas, dentro do setor discute-se
a viabilidade da medida.
Uma parte do empresariado vê que a retomada precisa ser algo firme,
ou seja, se for realmente aprovada a adição de 26%, que ela seja duradoura
sem retorno a índices menores. A medida evitaria passar uma má imagem
do setor perante a sociedade, através de aumentos e reduções das adições.
Essa parte do empresariado também é mais ofensiva. Além de manter
os índices de 26%, eles querem as retomadas das negociações para aumento
do carro a álcool. Desta forma, ou o álcool combustível deslancha
por vez no consumo, ou continua sendo o “patinho feio” dos combustíveis,
perdendo espaço até para o gás natural, muito mais novo em existência
que o álcool.
Mas alguns empresários não vêem nada de anormal nessas mudanças de
adições de anidro a cada safra. Acham que o mercado é assim mesmo
e desta forma, bem devagarzinho, o álcool vai conquistando seu espaço.
Intercalando o avanço e a retração, esses empresários vão mantendo
a política da boa vizinhança, sem mexer com o humor de ninguém. Quem
está com a razão?
Boa leitura |
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Na Edição Impressa
Nº 72 Mar/Abr de 2002
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no mercado
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Rússia
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E muito mais... |
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