Editorial Edição 73 de Maio/Junho
de 2002
|
|
Preparando-se para a Alca
|
Em recente publicação da revista eletrônica “The Economist”
os países do Mercosul foram comparados com aquela velha brincadeira
de dominó onde as peças desabam umas sobre as outras. Talvez, essa
seja a imagem mais forte que a comunidade internacional tem sobre
os países que formam o bloco. Para nós, sul-americanos, cada economia
é independente e o que começou na Argentina é um mal que pode ser
abatido na fronteira.
Mas, num ponto, muitos concordam: o Mercosul, até hoje, serviu mais
para que as pessoas transitassem entre nações sem passaporte (bastando
mostrar apenas o documento de Registro Geral - RG) que a união para
fortalecer as economias de quatro nações.
O fato é que Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai trilharam exatamente
o caminho que os Estados Unidos queria: mostrar que a Alca - Área
de Livre Comércio das Américas - é o único caminho confiável e justo
capaz de resgatar o desenvolvimento econômico dos países da América.
O lobby americano é forte e tem tentáculos nos quatro países que compõem
o Mercosul.
Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai deveriam passar mais tempo discutindo
os impactos da Alca e suas propostas que continuar falando em Mercosul,
já que, entre essas nações, há uma tremenda troca de certificações,
conformidades, impostos e diversas outras barreiras que caracterizam
o Mercosul como algo muito distante do chamado “livre comércio”.
Boa leitura... |
|
|
Na Edição Impressa
Nº 73 Mai/Jun de 2002
Álcool e o açúcar ajuda
o Brasil a economizar
Álcool pode impulsionar setor
Alcamo promove encontro para discutir novas técnicas de produção
FMC incentiva volta do carro
a álcool
Ong luta pela valorização do carro a álcool
Índia irá misturar 5% de etanol à gasolina
Ford coloca veículo biocombustível no mercado
E muito mais... |
|