estabelecimento de regras claras e estáveis;
eliminação de regras que geram volatividade excessiva;
expansão competitiva do setor elétrico;
parcerias entre capital público e privado em projetos de
interesse nacional;
criação de mecanismos efetivos que garantam transparência;
mecanismos para avaliação do desempenho de agências;
aproveitamento recursos energéticos;
fornecimento de derivados do petróleo em todo o território
nacional;
desenvolvimento sustentado e defesa dos interesses do consumidor.
Garotinho:
Propostas para o setor sucroalcooleiro
reduzir a carga tributária, a nível estadual e federal, para
veículos híbridos;
redução tributária de ativos para projetos de co-geração
(IPI, ICMS e II);
obrigar às concessionárias a adquirirem pelos menos 10% de
sua
energia de fontes alternativas;
recuperar atraso de mais de 20 anos em derrubar barreiras tarifárias;
elaborar programa, a fundo perdido, de inventário do potencial
de
biomassa com bagaço;
desburocratizar linhas do BNDES para investidores em biomassa;
melhorar infra-estrutura para a transferência de álcool entre
a
produção e o consumo;
financiar o produtor desde que se faça investimentos em tecnologia
(uma remodelação do Rio Cana);
definir valor para que o produtor receba parte do ICMS de volta;
remodelar o “Cheque-Cidadão” para atender o setor sucroalcooleiro.
Lula:
Propostas para o setor sucroalcooleiro
definição do álcool como aditivo;
criação de mecanismo regulador através de câmaras setoriais;
transparência da necessidade do setor para que sejam identificadas
as reais necessidades de subsídios;
tratamento especial para as relações de trabalho, especialmente
em
20% das usinas onde o problema não foi resolvido;
implantação de mecanização da lavoura;
definição de áreas adequadas da cana; pôr fim às queimadas;
implantação da alcoolquímica como substituto da petroquímica;
aproveitamento de usinas falidas para reforma agrária ou utilização
daquelas com débitos impagáveis;
política fiscal justa para o álcool e açúcar.
Serra:
Propostas para o setor sucroalcooleiro
reocupação da capacidade ociosa das usinas;
álcool deverá ser prioritário para conquista do mercado externo;
atenção às inovações da indústria automobilística;
dar competitividade ao álcool hidratado.
* é o único que não apresentou plano para o setor
sucroalcooleiro em separado, mas para o setor energético como um todo.
Na Edição Impressa
Nº 74 Jul/Ago de 2002Usina Batatais amplia frota