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A
formação de uma indústria de petróleo e gás no Brasil, conseqüência da
quebra do monopólio antes concedido à Petrobras, tem como pilastra preços
internacionais de petróleo e derivados, sem o que não seria possível atrair
participantes privados, nacionais ou estrangeiros.
Sendo assim, acho obrigatório que, do mesmo modo que os preços internos
subiram como conseqüência da alta do petróleo, haja queda de preços quando
a oscilação é para menos no mercado mundial.
Pena que, por ser a primeira vez na aplicação do procedimento, a mídia
tenha transformado o que será um fato corriqueiro em uma verdadeira novela,
tentando adivinhar o resultado da aplicação de uma fórmula por um fórum
eminentemente técnico e não político.
Arlindo
Lima Charbel ONIP
acharbel@onip.org.br
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