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E xiste um acordo de cavalheiros entre empresas e sindicatos
que impede um nível maior de automação na indústria
automobilística o que não acontece, por exemplo,
nas fábricas alemãs da Volkswagen, que alcançam,
dessa forma, um nível impensável de automação.
Claro que o setor automobilístico brasileiro não é
o único que sofre esse tipo de pressão criar
emprego e gerar renda é meta de qualquer Governo. Por isso,
no Brasil, o foco está agora no scheduling para que os carros
sejam produzidos depois de serem vendidos (o nirvana), além
da política de manter arquiteturas mundiais únicas,
deixando locais as mudanças no design. Ou seja: fazer mais
com menos, otimizar a disponibilidade das linhas de produção,
fazer diferentes carros com o máximo em comum peças
da Parati servem para o Gol GIII e a Saveiro...
No Brasil, as montadoras mais automatizadas são a GM e a
VW, enquanto a Ford de Camaçari, que recebeu investimentos
de US$ 1.9 bilhão, também figura entre as mais automatizadas
do país.
E o setor automobilístico brasileiro está em ebulição
por causa da situação de seu irmão norte americano
e da queda no dólar (que aumentou consideravelmente a importação).
Melhorias estão sempre acontecendo, mesmo naquelas fábricas
do futuro, como mostra uma aplicação para fluxo
de materiais.
E, como é preciso saber do que acontece em várias
frentes, esta edição traz uma retrospectiva da Fiee
e do Fórum AbineeTec, com destaque para política industrial.
Uma pergunta intrigou a redação e alguns leitores
sobre o PID: é hora de usar uma alternativa? A questão
foi respondida por alguns dos mais conhecidos fornecedores de solução
do Brasil. O que você, leitor, acha? Qual é a sua experiência?
Esse espaço é seu!
Boa Leitura!
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