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FEVEREIRO DE 2002 Edição nº 66 Controle & Instrumentação TOP 2001 Eles são TOP |
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Emerson Process Management (ex-Fisher-Rosemount)
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Hiter |
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| Honeywell
do Brasil O ano de 2001 foi especialmente bom para a Honeywell, no que tange ao mercado de automação industrial, apesar da não realização da compra pela GE. Três segmentos refletiram o sucesso da estratégia adotada pela empresa, no Brasil. O primeiro foi o de Papel, onde a empresa se consolidou com a maior base instalada do mercado brasileiro e a maior infra-estrutura de serviços de atendimento. O segundo foi o de Energia, onde a Honeywell colocou-se como forte alternativa de controle digital para centrais termelétricas. O terceiro foi o de Petroquímica, onde foi capaz de contratar desde os transmissores até soluções de otimização e simulação de treinamento. “As altas taxas de juros internos somadas à excessiva cautela dos investidores internacionais nas projeções econômicas nos leva a crer num ano de limitado crescimento. As indústrias automobilísticas e de embalagens que são diretamente relacionadas com o poder aquisitivo da população, têm projeções próximas àquelas do PIB nacional, salvo ganhos de competitividade. Sobra-nos algumas frentes de investimento em produtividade, qualidade e segurança que trazem a reboque a automação. Ainda assim estamos bastante otimistas para o ano de 2002 no mercado brasileiro já que a Honeywell vem mostrando que seus produtos e soluções são alternativas bastante competitivas e de sucesso garantido”, comenta Mário Filho, gerente geral da empresa no Brasil. |
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| Pepperl +
Fuchs Para Marcos Rocha, diretor da Pepperl+Fuchs, em 2001, o mercado nacional passou por sucessivas fases de estagnação devido à seqüência de fatores desfavoráveis ao desenvolvimento econômico e ao investimento nas áreas produtivas. “ Primeiramente tivemos a crise do Senado, que prejudicou a imagem da credibilidade política do país mas não foi suficiente para frear o ritmo de crescimento imposto pelas previsões otimistas para o ano. Logo em seguida, num momento ainda de incredulidade na desvinculação econômica entre Brasil e Argentina, nosso vizinho entra em processo irreversível de insolvência. Com o início da alta do dólar, o mercado começou a dar sinais de paralisia e a refrear as perspectivas otimistas alimentadas até aquele momento, culminando com o triste episódio do 11 de setembro, que teve seus efeitos parcialmente dissipados a partir de meados de novembro. Foi um ano difícil, mas vencemos todos os obstáculos”. Apesar de tudo isso, 2001 foi um ano de grandes investimentos que foram capazes de sustentar os negócios e o principal fator que possibilitou à Pepperl+Fuchs participar de muitos deles foram, sem dúvida, as aquisições realizadas entre 2000 e início de 2001 pela matriz alemã. Dentre elas, destaca-se a da Elcon, cujo principal produto, multiplexadores destinados à aquisição de dados para gestão de ativos industriais, proporcionou um aporte tecnológico importantíssimo para a linha de produtos Pepperl+Fuchs e alavancou, inclusive no Brasil, importantes negócios através da continuidade da parceria com a empresa WESTCON. Para 2002, apesar do panorama otimista — como em 2001 —, a grande movimentação do mercado, segundo os especialistas, está reservada para o segundo semestre. No entanto, já em janeiro, fortes indícios de reaquecimento da economia com a retomada de uma série de projetos fazem a empresa num ano de realizações importantes, principalmente na aplicação de novas tecnologias e dos padrões que vêem se estabelecendo paulatinamente. “É baseada nessa crença e no contínuo investimento em novos e mais inteligentes produtos, que esperamos alcançar com sucesso as metas estabelecidas para o exercício de 2002, proporcionando aos nossos clientes soluções econômicas, de alta qualidade e sempre com tecnologia de ponta”. |
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