Revista Controle & Instrumentação
Edição nº 75 Novembro de 2002
Talk
Siderurgia e alta do dólar
Nesta edição, estivemos em contato mais estreito
com o pessoal do setor siderúrgico, que vem sofrendo, há algum tempo,
com as políticas econômica e externa, do Brasil e seus “parceiros”.
Mas, ainda assim, está muito mais competitivo e atualizado que muitos
de seus pares do primeiro mundo. Vale lembrar que o MES da CSN é o
sonho de consumo de 11 em cada 10 empresas siderúrgicas do mundo.
Elaborado por gente nossa, da Chemtech – há algum tempo uma empresa
do Grupo Siemens. Findas as desculpas-padrão – Copa, Eleições, Guerra
–, usadas este ano pelos investidores para atrasar ou cancelar investimentos,
a alta do dólar pode sepultar algumas modernizações previstas. A moeda
americana deve flutuar em torno dos R$ 4,00 por um bom tempo, o que
encarece quase tudo. Incluam-se, aí, os instrumentos de automação
e instrumentação.
Por outro lado, o aumento do dólar foi apontado, durante a ISA Show,
como principal responsável para que a área de automação atingisse
o crescimento de 20% em 2002. Até julho deste ano, a Abinee ainda
imaginava índices de 5% de crescimento para a automação.
Boa leitura.
Na Edição Impressa
Cover Page
Europa adota novas diretrizes para atmosferas explosivas
News
Técnicos da Petrobras montam super hardware
Special
Palco de discussões e oprtunidades no Eneca
Market
Senai moderniza instalações de São Carlos
Flash
Automation Fair 2002: Otimizar é preciso
Retrospective
2º Semestre salva setor de automação os