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O Problema de Trecho Reto
Um ano, seis meses, três meses? Por quanto tempo uma tecnologia
é, hoje, o estado-da-arte? Por quanto tempo uma empresa possui
a exclusividade de uma solução? Quanto essas questões
influenciam a aquisição de equipamentos e sistemas
para a segurança das operações? É...
cada vez que se sabe mais sobre um assunto, mais dúvidas
se levantam e mais upgrade!
As questões de segurança sempre foram um ponto sensível
para a implementação de novas tecnologias e os setores
petroquímico e de óleo e gás estão entre
os mais explosivos. Talvez por isso mesmo são
os que sempre estão à procura de novas e melhores
soluções. No Brasil, são pioneiros em implementar
novidades tecnológicas: a Deten já está na
sua segunda geração de Fieldbus, a Petrobras
é reconhecidamente uma puxadora de tecnologia
e empresas como a Oxiteno, a Petrom e muitas outras também
apostam nesse viés para aumentar competitividade e segurança.
E, nas questões de segurança, um dos olhos está
fixo nas normas e na harmonização destas, em nível
mundial. O outro, estudando ou já implementando tecnologias
que podemos já designar por tendências. São
elas: plataformas abertas que garantam interconectividade e intercambiabilidade
com garantia de integridade de informações; os sistemas
de segurança dedicados; gerenciamento on line, em
tempo real de ativos; integração dos softwares
corporativos com os do chão de fábrica alguns
já se adiantam e incluem o scheduling ; e os controles
por modelagens matemáticas que permitem uma infinidade
de intervenções, como simulação, otimização,
aumento do grau de segurança; operação mais
próxima do máximo da capacidade...
Um pouco disso você encontra nessa edição. E,
no dia a dia, vamos, juntos, dando conta dessa evolução.
Boa leitura.
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