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ARTIGO TÉCNICOS Edição
259 - Abril de 2004
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Proteção contra Explosão
em Áreas Perigosas
Zona 2 - Aparelhos Elétricos Categoria 3G |
| Relatório da CEAG Apparatebau Hundsbach GmbH e Co. KG |
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O artigo aqui apresentado aponta as exigências para equipamentos
protegidos contra explosão para uso em áreas perigosas
de Zona 2. É mostrado que estes equipamentos da Categoria
3 normalmente têm que atender aos mesmos requisitos que aqueles
que dizem respeito aos circuitos intrinsecamente seguros como os
equipamentos conectados em áreas perigosas de Zona 1. As
exigências para segurança intrínseca não
dependem da posição de montagem, mas da instalação
das malhas de campo intrinsecamente seguras. Os circuitos IS em
Zona 2 empregam os mesmos valores de segurança que aqueles
em Zona 1, com a diferença de que a operação
normal é a base do projeto e não uma possível
condição de falha. Eventos previsíveis que
podem decorrer dos modos de operação devem, entretanto,
ser levados em consideração.
Isso leva à conclusão que projetos para Zona 2 pode
oferecer uma certa vantagem econômica. Por outro lado, os
aspectos de segurança não devem ser desprezados ao
se decidir sobre a classificação da área. Uma
pequena vantagem comercial na compra do material não deve
aumentar o risco operacional e com isso os perigos para o pessoal
e para os valores de propriedade da planta.
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Redução de Contaminantes
Presentes
em Águas de Produção de Petróleo |
Daniela Sayão Vieira; Magali Christe Cammarota;
Eliana Flávia Camporese Sérvulo
Universidade Federal do Rio de Janeiro / Centro de Tecnologia /
Escola de Química / Departamento de Engenharia Bioquímica
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| Grandes volumes de água de produção são
gerados durante a exploração e produção
de petróleo e gás. À medida que a vida econômica
dos poços vai se esgotando, o volume de água de produção
pode exceder até dez vezes o volume de óleo produzido.
Assim, o descarte deste efluente, que contém uma mistura complexa
de materiais orgânicos e inorgânicos, representa um grave
problema ambiental. A eficiência de um tratamento biológico
anaeróbio de águas de produção de diferentes
procedências foi investigada em biorreator de bancada. Após
15 dias de operação, foram atingidas reduções
de DQO, COT, óleos & graxas e fenóis totais de 32-57%,
20- 37%, 54-59% e 57-58%, para as águas de produção
onshore e offshore, respectivamente. Estes resultados demostram que
o consórcio microbiano anaeróbio isolado da própria
água de produção, enriquecido com bactérias
redutoras de sulfato (BRS), foi capaz de remover os contaminantes
presentes nas águas de produção analisadas. |
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Prova de medidores volumétricos
com
saída pulsada usando provador compacto |
Rogério Souza da Mata
Departamento de Desenvolvimento Eletrônico
Smar Equipamentos Industriais Ltda |
| Este trabalho apresenta métodos para prova de medidores volumétricos
de acordo com as normas MPMS API 4 e ISO 7278, específicas
para medição de hidrocarbonetos, referenciadas dentre
outras nas Portarias nº 1,2 e 64 da ANP/Inmetro. Especial enfoque
é dado ao uso de provadores compactos, cujo volume reduzido
permite ao medidor produzir em geral menos de 10.000 pulsos durante
a prova. Com o objetivo de assegurar a incerteza de 0,01% mencionada
nas normas, detalham-se alguns aspectos sobre a correta aplicação
da interpolação de pulsos, requisitos de filtros e condicionadores
de sinal, bem como duas técnicas para a determinação
do número mínimo de pulsos da corrida em função
das características de variabilidade do trem de pulsos e do
equipamento de dupla cronometria utilizado. Não são
abordados detalhes sobre os cálculos para as correções
volumétricas. Este trabalho tem a intenção de
motivar os leitores a confirmar e buscar novas informações
sobre o tema. |
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Responsabilidade Civil pelo Estudo
de Impacto
Ambiental na Indústria do Petróleo e Gás
Natural |
Fabiano César Petrovich Bezerra e Indhira da Almeida Cabral
Universidade Federal do Rio Grande do Norte |
| O Estudo de Impacto Ambiental (EIA) apresenta-se como requisito
essencial para o licenciamento de empresas cujas atividades são
poluidoras ou potencialmente poluidoras. Dentre tais empresas temos
as exploradoras e produtoras de petróleo e gás natural,
reguladas pela Lei n.º 9.478/97 que, em seu art. 1º, IV,
afirma ser um dos princípios e objetivos da política
energética nacional a proteção do meio ambiente.
Desta forma, através de pesquisas bibliográficas e da
análise da legislação atinente ao assunto, a
presente pesquisa visa a estudar alguns aspectos do Licenciamento
Ambiental, como por exemplo, o conceito, o órgão competente
para conceder a licença, o procedimento licenciatório,
destacando quem seria o responsável se, porventura, em decorrência
de um EIA elaborado com falhas pela equipe multidisciplinar e aprovado
pelo Poder Público, o empreendedor viesse a causar danos ao
meio ambiente. |
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Gestão de empresas prestadoras
de serviço e
o paradoxo da terceirização: um estudo de caso bem sucedido
sob o prisma do sistema
de gestão de SMS |
Agostinho da Mota Robalinho da Silva
Professor de cursos de Pós-Graduação da UFF
Gilson Brito Alves Lima
Coordenador da Pós-Graduação em
Engenharia de Segurança do Trabalho da UFF |
| A contratação de serviços, genericamente chamada
de terceirização desperta polêmica.
De um lado, argumentos de que precariza as condições
de trabalho visando somente reduzir custos, e aumentando o número
de acidentes. De outro, argumentos de que é difícil
ser excelente em todas as áreas de competência levando
as empresas a se associarem a parceiros estratégicos. Ideologicamente
defende-se a primeirização de toda força de trabalho
como instrumento de socialização dos direitos trabalhistas
(em geral mais generosos no tomador de serviços) e fortalecimento
dos trabalhadores na defesa dos seus interesses, mas existem mega-empreendimentos
que mobilizam variada gama de competências profissionais, tornando
complexa a gestão de RH. Aqui denominaremos Contratação
de Prestação de Serviços por melhor exprimir
a prática da indústria de Exploração e
Produção de Petróleo. O artigo apresenta pelo
Estudo de Caso da Bacia deCampos, ser possível sustentar o
crescimento num contexto de aumento da terceirização,sem
comprometer indicadores de SMS, buscando incentivar a adoção
de Sistemas de Gestão de Segurança, Meio Ambiente e
Saúde e de ferramentas adequadas de seleção e
controle como requisitos de habilitação e qualificação
para empresas que pretendem atuar no setor. Não aborda a terceirização
ou não-terceirização por ser um tema que merece
apreciação específica. |
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A inspeção e manutenção
como aliados
da segurança |
Estellito Rangel Junior
Engenheiro Eletricista - Petrobras/Engenharia |
No segmento industrial de Óleo e Gás (dutos, terminais,
estações de compressão de gás, refinarias
de petróleo, entre várias outras instalações)
existe em determinadas regiões, a possibilidade de ocorrer
no ambiente, uma concentração perigosa de gases inflamáveis,
principalmente hidrocarbonetos. Nestas regiões, chamadas áreas
classificadas, apenas equipamentos elétricos e eletrônicos
especiais, (doravante chamados de equipamentos Ex) poderão
ser empregados.
Os equipamentos Ex são construídos de forma a impedir
que uma centelha (resultante de condições normais ou
anormais de operação), venha a detonar a atmosfera inflamável,
evitando uma explosão de conseqüências graves não
só para a própria indústria, como para a comunidade
vizinha.
Para que os equipamentos Ex garantam a segurança da unidade
industrial, é necessário cuidar não só
que os mesmos tenham sido adequadamente especificados e instalados,
bem como também assegurar que a manutenção atenda
aos requisitos das normas técnicas aplicáveis. [1]
Neste trabalho, abordaremos a importância da inspeção
e manutenção nos equipamentos Ex para a segurança
da instalação e seus funcionários. |
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Edição Impressa 259
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