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A Politeno quer ser a melhor marca de polietilenos da América
do Sul. Vamos chegar lá, anuncia o diretor superintendente
da empresa, Jaime Sartori.
Nos últimos dez anos, esse foi o mesmo estímulo mobilizador
que moveu a Politeno medidas que deixaram para traz um histórico
de prejuízo de R$ 43 milhões (registrados em 1993)
e se transformaram em um lucro de R$ 66 milhões registrado
em 2003.
Os resultados acabam transparecendo nos prêmios que a Politeno
recebeu nesse período. Só em TOP, foram cinco consecutivos.
Isso sem contar o Prêmio Nacional da Qualidade, conquistado
em 2002.
Nesses dez anos, a empresa passou por várias ações
de reestruturação sempre com foco em gestão
da qualidade.
O primeiro passo foi a implantação da nova filosofia
de gestão de pessoas. Um longo percurso trouxe à Politeno
os certificados ISO 9000, ISO 14000 e a implantação
do programa Atuação Responsável e práticas
voltadas para a Responsabilidade Social.
Implantou metodologias para medir e comparar suas atividades e resultados,
ajustou estoques e terceirizou áreas que não faziam
parte do negócio principal. Como saldo, a produtividade dos
funcionários duplicou no período.
Pronta para novos vôos, a empresa trabalha sua gestão
agora em cima de critérios do Prêmio Ibero Americano
da Qualidade o relatório de gestão submetido
à banca examinadora foi apreciado positivamente e a Politeno
recebeu a primeira visita técnica dos auditores da fundação.
Não vamos buscar só o prêmio Ibero Americano
apenas por ser um prêmio. É um aprendizado para fazermos
uma gestão mais qualificada, e focanda em resultados,
conta Sartori.
Outro projeto nos planos da Politeno é um debottleneck na
planta de Linear o quarto de sua história, e que aumentaria
sua capacidade de produção das atuais 360 mil toneladas
para 400 mil toneladas anuais. Seriam investidos US$ 25 milhões
no desgargalamento e em melhorias tecnológicas. Um
investimento atrativo de mil dólares para cada 1,6
tonelada/ano e com alta taxa de retorno, comenta o
superintendente da Politeno.
Só falta a matéria-prima para viabilizar o projeto
mas enquanto o fornecimento adicional de eteno não
é equacionado, a Politeno mantém seu ritmo de trabalho
para não perder market share. Anualmente são
investidos R$ 10 milhões/ano em desenvolvimento de novos
produtos, treinamento de pessoal e manutenção.
A atuação da Politeno pode ser notada por toda parte
do setor petroquímico nacional exemplo disso está
na atuação junto ao Póloplast e ao Export Plastic,
programa articulado entre a cadeia petroquímica e o Governo
Federal para aumentar as exportações de plásticos
transformados. O objetivo do Export Plastic é, acima
de tudo, ensinar o caminho das pedras para as empresas
nossos clientes exportarem. Queremos transformar o déficit
anual da balança comercial de resinas e plásticos
transformados de US$ 1 bilhão em um superávit de US$
1 bilhão, conta Sartori.
E a comunidade de Camaçari agradece: patrocinada pela Politeno,
a Creche Esperança I realiza um trabalho social e educacional
com 136 crianças carentes da faixa etária de 3 a 6
anos, do bairro Verde Horizonte. O mais importante do projeto Creche
Esperança I não é apenas o apoio financeiro
que a Politeno mantém, mas, principalmente, o estímulo
à participação de empregados e parceiros no
dia-a-dia da entidade. A empresa como um todo tem muitas responsabilidades
e a questão do desenvolvimento social também é
uma delas. Devemos contribuir para que nosso país melhore
e que possamos criar maiores oportunidades para aqueles que precisam
e que estão em torno de nossa existência.
Esse trabalho rendeu à empresa o prêmio Motiva de Responsabilidade
Social 2004, da ONG Instituto Motiva de Educação Comunitária
e Desenvolvimento Local, que lhe concedeu também o título
de Empresa Legal
A premiação
Pelo quinto ano consecutivo, a Politeno recebe o prêmio TOP.
A empresa tem se destacado por uma sólida estratégia
focada em gestão da qualidade. É uma honra para
a Politeno receber essa distinção pela quinta vez
consecutiva, disse Jaime Sartori, ao receber o troféu.
Seguindo a filosofia de que o sucesso também depende de todos
os parceiros da cadeia produtiva, a Politeno prestou homenagem a
dois clientes de resinas e uma prestadora de serviços.
As duas transformadoras de plásticos se destacaram em 2003
com soluções criativas: a Canguru Embalagens e a Plasdil.
A Politeno é uma empresa que nos surpreende, sempre
que precisamos, ela está conosco. Seu modelo de gestão
tem sido um grande espelho para nós, comentou Ernesto
Guilherme, da Canguru.
Ficamos muito felizes com essa parceria com a Politeno,
disse Valdomiro Pereira do Carmo, da Plasdil empresa que,
desde o início de suas atividades processa resinas produzidas
pela Politeno.
A Tenace Engenharia recebeu sua distinção pelos serviços
prestados em montagem e manutenção elétrica
de instrumentação. Há 17 anos a Politeno
foi essencial para o nosso crescimento. E ao longo desses anos procuramos
consolidar cada vez mais essa parceria, disse Mauricio Moura
Costa, da Tenace.
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