TOP2003 – Edição 263 - Agosto de 2004
Politeno quer ser a melhor marca de polietilenos da América do Sul

A Politeno quer ser a melhor marca de polietilenos da América do Sul. “Vamos chegar lá”, anuncia o diretor superintendente da empresa, Jaime Sartori.

Nos últimos dez anos, esse foi o mesmo estímulo mobilizador que moveu a Politeno – medidas que deixaram para traz um histórico de prejuízo de R$ 43 milhões (registrados em 1993) e se transformaram em um lucro de R$ 66 milhões registrado em 2003.

Os resultados acabam transparecendo nos prêmios que a Politeno recebeu nesse período. Só em TOP, foram cinco consecutivos. Isso sem contar o Prêmio Nacional da Qualidade, conquistado em 2002.

Nesses dez anos, a empresa passou por várias ações de reestruturação – sempre com foco em gestão da qualidade.

O primeiro passo foi a implantação da nova filosofia de gestão de pessoas. Um longo percurso trouxe à Politeno os certificados ISO 9000, ISO 14000 e a implantação do programa Atuação Responsável e práticas voltadas para a Responsabilidade Social.

Implantou metodologias para medir e comparar suas atividades e resultados, ajustou estoques e terceirizou áreas que não faziam parte do negócio principal. Como saldo, a produtividade dos funcionários duplicou no período.

Pronta para novos vôos, a empresa trabalha sua gestão agora em cima de critérios do Prêmio Ibero Americano da Qualidade – o relatório de gestão submetido à banca examinadora foi apreciado positivamente e a Politeno recebeu a primeira visita técnica dos auditores da fundação. “Não vamos buscar só o prêmio Ibero Americano apenas por ser um prêmio. É um aprendizado para fazermos uma gestão mais qualificada, e focanda em resultados”, conta Sartori.

Outro projeto nos planos da Politeno é um debottleneck na planta de Linear – o quarto de sua história, e que aumentaria sua capacidade de produção das atuais 360 mil toneladas para 400 mil toneladas anuais. Seriam investidos US$ 25 milhões no desgargalamento e em melhorias tecnológicas. “Um investimento atrativo – de mil dólares para cada 1,6 tonelada/ano – e com alta taxa de retorno”, comenta o superintendente da Politeno.

Só falta a matéria-prima para viabilizar o projeto – mas enquanto o fornecimento adicional de eteno não é equacionado, a Politeno mantém seu ritmo de trabalho para não perder market share. “Anualmente são investidos R$ 10 milhões/ano em desenvolvimento de novos produtos, treinamento de pessoal e manutenção”.

A atuação da Politeno pode ser notada por toda parte do setor petroquímico nacional – exemplo disso está na atuação junto ao Póloplast e ao Export Plastic, programa articulado entre a cadeia petroquímica e o Governo Federal para aumentar as exportações de plásticos transformados. “O objetivo do Export Plastic é, acima de tudo, ensinar o “caminho das pedras” para as empresas nossos clientes exportarem. Queremos transformar o déficit anual da balança comercial de resinas e plásticos transformados de US$ 1 bilhão em um superávit de US$ 1 bilhão”, conta Sartori.

E a comunidade de Camaçari agradece: patrocinada pela Politeno, a Creche Esperança I realiza um trabalho social e educacional com 136 crianças carentes da faixa etária de 3 a 6 anos, do bairro Verde Horizonte. O mais importante do projeto Creche Esperança I não é apenas o apoio financeiro que a Politeno mantém, mas, principalmente, o estímulo à participação de empregados e parceiros no dia-a-dia da entidade. “A empresa como um todo tem muitas responsabilidades e a questão do desenvolvimento social também é uma delas. Devemos contribuir para que nosso país melhore e que possamos criar maiores oportunidades para aqueles que precisam e que estão em torno de nossa existência”.

Esse trabalho rendeu à empresa o prêmio Motiva de Responsabilidade Social 2004, da ONG Instituto Motiva de Educação Comunitária e Desenvolvimento Local, que lhe concedeu também o título de “Empresa Legal”

A premiação

Pelo quinto ano consecutivo, a Politeno recebe o prêmio TOP. A empresa tem se destacado por uma sólida estratégia focada em gestão da qualidade. “É uma honra para a Politeno receber essa distinção pela quinta vez consecutiva”, disse Jaime Sartori, ao receber o troféu.

Seguindo a filosofia de que o sucesso também depende de todos os parceiros da cadeia produtiva, a Politeno prestou homenagem a dois clientes de resinas e uma prestadora de serviços.

As duas transformadoras de plásticos se destacaram em 2003 com soluções criativas: a Canguru Embalagens e a Plasdil. “A Politeno é uma empresa que nos surpreende, sempre que precisamos, ela está conosco. Seu modelo de gestão tem sido um grande espelho para nós”, comentou Ernesto Guilherme, da Canguru.

“Ficamos muito felizes com essa parceria com a Politeno”, disse Valdomiro Pereira do Carmo, da Plasdil – empresa que, desde o início de suas atividades processa resinas produzidas pela Politeno.

A Tenace Engenharia recebeu sua distinção pelos serviços prestados em montagem e manutenção elétrica de instrumentação. “Há 17 anos a Politeno foi essencial para o nosso crescimento. E ao longo desses anos procuramos consolidar cada vez mais essa parceria”, disse Mauricio Moura Costa, da Tenace.

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