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| Direito do trabalho e indústria do petróleo: o empregado
em face da Lei Nº 5.811/72 |
Kátia Cheim Pereira Galvão
Graduanda em Direito pela UFRN
Maytta Andrade Santos Yvy Graduanda em Direito pela UFRN
Fabiano André de Souza Mendonça Professor do
Departamento de Direito Público da UFRN, Doutor em Direito
pela UFPE, Procurador Federal |
Resumo
A Lei nº 5.811, de 11 de outubro de 1972, foi responsável
pela criação de um regime de trabalho especial para
os empregados nas atividades de exploração, perfuração,
produção e refinação de petróleo,
na indústria petroquímica, no transporte de petróleo
e seus derivados por meio de dutos e na industrialização
de xisto. Tal Lei veio a respaldar a utilização do regime
de turnos de revezamento na prestação laboral dos referidos
trabalhadores. Entretanto, após a promulgação
da Constituição Federal de 1988 tanto a aplicação
de diversos dispositivos, quanto a própria constitucionalidade
da Lei vem sendo questionada. O presente tratado aborda as principais
controvérsias que permeiam o tema, dando uma interpretação
sistemática à Lei em comento, através da observância
das regras hermenêuticas e dos princípios que informam
nosso ordenamento jurídico. Conclui pela constitucionalidade
do diploma no que tange ao regime de revezamento de oito horas assim
como pela literalidade de suas disposições relativas
ao trabalho noturno, pagamento de horas intrajornada suprimidas e
trabalho aos domingos, além de entender devidas as horas in
itinere. Ao prezar pela harmonia de nosso ordenamento, concede clara
interpretação em favor dos trabalhadores, em consonância
com o próprio objetivo histórico do direito trabalhista
e da Lei sob análise. |
| Análise da Cadeia Produtiva do Setor Petrolífero,
brasileiro, em meio à Ética na Aplicação
dos Excedentes Produtivos, a Responsabilidade Social e Ambiental e
a Garantia da Qualidade de Vida |
Liodoro de Mello Economista - GEE/UNIFEI
Luiz Marcelo de Oliveira - Engenheiro - Eletrobrás/COPPE |
Resumo
Com a reestruturação do setor petrolífero, na
segunda metade da década de 90, mais especificamente, com a
edição da Lei n.º 9.478/97, as decisões
até então regidas por orientações unilaterais
do governo federal passam a contar com o mercado enquanto agente mediador
das relações de oferta e demanda.
Da edição do ordenamento legal aos dias atuais os fatos
relevantes do setor são tratados com mais transparência,
uma vez que se instituiu a Agência Nacional de Petróleo
(ANP), órgão de caráter fiscalizador e regulador.
O setor com isso deve dar uma contrapartida à sociedade no
sentido de recompensar a mesma por possíveis danos ou agressões
provocados mesmo que de maneira involuntária. O presente trabalho,
então, busca analisar a utilização dos recursos
provenientes da exploração e produção
de petróleo e gás natural (do poço ao posto),
pagos a União aos Estados, Territórios e Municípios
.
Apresenta-se um estudo da aplicação mais racional destes
recursos (tanto naturais, quanto financeiros) principalmente o saldo
da atividade (excedente) que passa pela ética e responsabilidade
social analisadas do ponto de vista dos consumidores vez que a maioria
das discussões enfoca os negócios do setor sob a ótica
das tecnologias inovadoras, dos produtos finais, da indústria
de bens de capital e intermediários e dos impactos macroeconômicos
na visão das empresas e do governo. |
| Desmineralização de Água por Resinas de Troca
Iônica ou Osmose Reversa: Concorrentes ou Complementares? |
François de Dardel
Gerente Técnico Divisão Tratamento de Água Rohm
and Haas Company |
Introdução
Há uns quarenta anos, quando necessitávamos desalinizar
algum tipo de água, estávamos essencialmente limitados
por duas tecnologias: resinas de troca iônica ou destilação.
Posteriormente, a tecnologia de membranas foi desenvolvida e, em particular,
a osmose reversa ganhou grande participação nesse mercado,
principalmente, para desalinização de água do
mar, onde as resinas de troca iônica nunca foram uma solução
viável. Para as águas salobras, a osmose também
substituiu por completo as resinas de troca iônica. Entretanto,
para as águas naturais tais como águas de superfície
(rios e lagos) e, também, para as águas de poços
artesianos, as resinas têm sido a escolha ideal. Neste trabalho
vamos comparar os processos da troca iônica e de osmose reversa,
examinando os principais benefícios de cada tecnologia. Nós
demonstraremos que a osmose reversa é aplicada para águas
de elevada salinidade, enquanto que a troca iônica é
a melhor para águas com baixa salinidade. Tentaremos também,
estabelecer a faixa onde ambas podem ser usadas, e mostraremos que
as duas tecnologias podem ser combinadas com sucesso para se obter
a melhor qualidade de água tratada. As citações
sobre sistemas de resinas de troca iônica neste artigo referem-se
aos sistemas de regenerações em contra-corrente, tais
como os sistemas de leito-compacto. |
| Petrosim Um Sistema para Simulação de Multidões
em Situações de Emergência |
Soraia R. Musse - Universidade do Vale do Rio
dos Sinos (UNISINOS)
Andre T. da Silva, Leandro Tonietto - UNISINOS
Kátia Hardt - UNISINOS
Leandro M. Barros - UNISINOS
Bruno Roth - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
Tuerte Amaral Rolim, Luiz A. B. Felipe, Ricardo U. M. Melo - Petrobras
UN-RN/CE |
Resumo
Este artigo apresenta um framework para simulação do
comportamento de multidões em situações de pânico.
A maior motivação para este trabalho é oferecer
a engenheiros de segurança a possibilidade de simular diversos
aspectos de situações de pânico envolvendo multidões
em tempo real. Para atingir este objetivo, é proposto um framework
completo para modelar o ambiente com informações semânticas
e os IVA (Intelligent Virtual Agents, Agentes Virtuais Inteligentes)
que compõem a multidão que habita a cidade simulada.
Este trabalho inclui a integração de várias áreas
do conhecimento como Realidade Virtual e aspectos comportamentais
e de visualização necessários para o desenvolvimento
do PetroSim. |
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