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| Tropicalização de acionamentos de
válvulas de bloqueio no Setor de Petróleo e Gás |
Celso Luiz Calçada RodriguesEngenharia
- Petróleo Brasileiro S.A. - PETROBRAS
UN / RPBC - Refinaria Presidente Bernardes Cubatão
Osmar José Leite da SilvaManutenção Industrial
- Planejamento de Manutenção |
Introdução
A Petrobras, nacional e internacionalmente, a cada ano conquista novos
recordes de produção e refino, dentro deste cenário
a unidade de negócio Refinaria Presidente Bernardes (UN/RPBC)
,localizada na cidade de Cubatão/SP, inaugurada em 16 de abril
de 1955, a primeira grande refinaria da Petrobras comemora 50 anos.
Escola de Petroleiros responsável pela formação
das primeiras gerações de técnicos em refino,
e pela implantação do pólo petroquímico
de Cubatão; ainda hoje um dos maiores da América Latina.
Desde o inicio foi planejada para ser polivalente, esta foi pioneira
na produção de asfalto, gasolina de aviação,
fertilizantes, eteno, coque de petróleo e a única a
produzir a Podium, a melhor gasolina do mundo, fornecida para a equipe
BMW / Willims da Formula 1. Dentro desse estilo inovador a Refinaria
Presidente Bernardes, estimula através das gerências
da Engenharia e Manutenção Industrial a busca o aprimoramento
de melhores práticas e inovações tecnológicas
para aumentar a confiabilidade e reduzir os custos de manutenção,
em suas plantas industriais, bem como a diminuição do
tempo de exposição das pessoas no campo de trabalho
, durante a manutenção de válvulas de bloqueio
acionadas por atuadores eletromecânicos inteligentes ou não,ligados
na rede de acionamento remoto da Transferência e Estocagem.
A Refinaria Presidente Bernardes mais uma vez inovou, através
da incorporação de melhorias nos equipamentos adquiridos
e de nova metodologia de manutenção. |
Política financeira aplicada
à Indústria
Petrolífera: mecanismo de efetivação da
licitação de campos de petróleo e gás
natural |
Autor: Rafael Silva Paes Pires Galvão
Orientador: Msc. Otacílio dos Santos Silveira Neto |
1. Introdução
A indústria petrolífera no Brasil passou por uma sensível
mudança, fruto do advento da Emenda Constitucional nº
9/95; apesar de densa, cumpre-nos afirmar tão somente que a
norma esculpida na Carta da República Federativa do Brasil
através de seu artigo 177, §1º, aponta para o desejo
da sociedade em tornar efetiva a política energética
nacional.
Não se pode falar que a empresa que esteve por várias
décadas a frente do monopólio da União falhou
em suas metas. Longe de se afirmar tamanha falácia, o legislador
constituinte derivado, com a Emenda, concedeu ao ente central instrumento
que permite a ampliação das atividades, atendendo as
demandas de um País de dimensão continental como é
o Brasil; o monopólio continua a existir, tendo sido apenas
relativizada à execução das atividades intrínsecas
ao setor.
Se o constituinte assim entendesse por bem, a contratação
com empresas privadas nunca se realizaria, continuando a execução
do monopólio nos moldes observados antes da Emenda Constitucional
nº 9/95; o intento do legislador reformador foi o de estabelecer
uma faculdade ao ente central, de forma a dinamizar a prospecção
em nosso País.
Ocorre que, no intuito de atingir as metas de auto sustentabilidade
energética, diminuindo conseqüentemente a dependência
internacional, entendeu por bem o poder executivo que deveria efetuar
contratações, concedendo a execução das
atividades que lhe são precípuas. Tal intento materializa-se
através das rodadas de licitações que vem sendo
promovidas pela Agência Nacional do Petróleo, tendo como
base a Lei nº 9.478/97.
Realizadas até o presente momento seis rodadas licitatórias1,
e já sendo delineada a sétima, encontra-se patente o
desejo governamental de conceder os blocos petrolíferos e gasíferos
para ampliação da pesquisa, exploração
e produção no Brasil. Nunca é demasiado repetir
que as referidas concessões são empreendidas tão
somente para atender os interesses públicos e da sociedade
ao qual o governo se subordina. Agir de forma contrária é
ferir frontalmente a Constituição Federal.
Quando realizada a licitação, colocado o bloco a disposição
dos interessados, é intento do Executivo que sejam ofertadas
as devidas propostas e, conseqüentemente, a celebração
do contrato administrativo. Ocorre que, nem sempre todos os blocos
constantes do edital de licitação são arrematados.
Embora seja atribuição do poder público colocar
os blocos nas rodadas de licitação, não pode
este intervir na vontade dos particulares em adquiri-los.
A problemática agrava-se quando, em sucessivas rodadas de licitação,
o bloco é reiteradamente recusado, mostrando o desinteresse
dos particulares para com o mesmo.
Diante dessas considerações, o presente estudo visa
debater uma política financeira que gere propostas para determinados
blocos petrolíferos e gasíferos. Para tanto, analisar-se-á
os números obtidos nas rodadas licitatórias, a viabilidade
da política ser intentada por intermédio das participações
governamentais e dos tributos da União, analisando ao final
o Repetro, regime aduaneiro especial, que repercute na escolha dos
investidores. Há de se acrescer às devidas considerações
as conseqüências práticas e jurídicas que
o modelo proposto possa acarretar.
Pelo exposto, passemos a análise das rodadas de licitação
para a compreensão do problema em questão. |
Perspectivas de investimento para
o
refino mundial |
Marcelo Santos Pinelli,
Mestre em Economia IBMEC / Consultor de Negócios Petrobras
Rafael R. Pertusier
Mestre em Economia IE-UFRJ / Economista Petrobras |
1. Introdução
O ano de 2004 foi atípico na história recente da indústria
do petróleo não apenas pela elevação dos
preços sem a ocorrência de distúrbios geopolíticos
de grande magnitude, mas também pelo estresse de importantes
segmentos de sua cadeia. Assim como a produção de petróleo,
em 2004 o setor de refino viu suas capacidades serem esgotadas e presenciou
a emergência de fundamentos que indicam a sustentação
de margens elevadas por um período significativo, uma atipicidade
para uma atividade caracterizada pela reduzida lucratividade.
À luz da dinâmica recente do refino mundial, o artigo
contempla os aspectos econômicos da atividade, sua situação
atual no globo, as tendências de investimento e as perspectivas
de mudanças estruturais, através de uma lógica
econômica e estratégica, identificando, por fim, as perspectivas
para o refino mundial. |
| EMI Interferência Eletromagnética |
César cassiolato
Gerente de Produtos - Smar Equipamentos Industriais Ltda |
Introdução
Quem já não teve problemas de interferência eletromagnética(EMI)
? É simples ligue seu televisor e um liquidificador na mesma
rede...e você terá de forma simples um efeito de EMI
na imagem de seu televisor. Podemos citar mais um exemplo comum, onde
nas viagens de avião se proíbe o uso de telefones celulares
porque podem interferir nos instrumentos de navegação.
A interferência eletromagnética é um campo ou
onda elétrica ou magnética que pode ou não alterar
funcionamento ou danificar um equipamento, dispositivo ou aparelho.
A interferência pode ser proposital ou acidental e pode ser
de origem natural ou artificial. O campo magnético terrestre
é de origem natural e, por exemplo, causa interferência
em sistemas elétricos de potência pela influência
de sua força. As descargas atmosféricas e os ventos
são exemplos de causas naturais de EMIs.As manchas solares
também causam interferência em sinais de telecomunicação
pela geração de radiação cósmica.
A interferência eletromagnética pode ser radiada(via
ar), conduzida(via condutores), induzida(normalmente acima de 30MHz)
ou combinação das mesmas.
Veremos neste artigo mais detalhes de como evitar ou minimizar a EMI
e as técnicas empregadas, entre as quais destacam-se o aterramento
elétrico, a blindagem magnética e elétrica, os
filtros, o isolamento ótico, os protetores elétricos,
etc
No exemplo do televisor e do liquidificador, a Interferência
Eletromagnética não causa mal algum, a não ser
o desconforto visual da imagem. Mas pode ter conseqüências
bem mais graves no caso de um equipamento industrial(por exemplo,
alguns mV somados ao sinal de um termopar, a geração
de uma alarme sem motivos), ou mesmo no ser humano que faz uso de
um marca-passo. |
Detecção e localização
antecipada
de vazamentos em dutos |
| Gustavo J. HernándezVAI-Ingdesi Automation |
Resumo
Apresenta-se neste trabalho uma análise de sistemas de detecção
e localização antecipada de vazamentos em dutos e o
desenvolvimento da conjunção de diferentes técnicas
de controle para se conseguir um sistema de controle para detecção
e localização antecipada de vazamentos em dutos de grande
extensão para fluídos monofásicos. Finalmente
analisa-se o caso de aplicação sobre um oleduto em condições
de funcionamento normais, no qual foram simulados vazamentos reais
por extração de fluído. Trabalhou-se com o fluido-dinâmico
do duto em conjunto com técnicas de Controle Estatístico
de Processos e Controle Difuso. Estas metodologias foram desenvolvidas
e adaptadas a situações reais de funcionamento de dutos
existentes, com uma instrumentação que obviamente não
permitia uma modelagem exata do duto, mas fazendo a aquisição
e utilização de dados do sistema SCADA instalado e dedicado
ao telecontrole e a tele-supervisão dos processos. |
| A busca da melhor relação
custo x benefício na iluminação de áreas
classificadas |
| Estellito Rangel Jr.Membro do Comitê Brasileiro
de Eletricidade, Eletrônica, Iluminação e Telecomunicações
- COBEI |
Resumo
A tecnologia de iluminação em áreas classificadas
está evoluindo rapidamente. O trabalho aborda novas opções
que oferecem ao usuário um equipamento de maior vida útil,
e com características adequadas para aplicações
em locais de difícil acesso e em ambientes corrosivos. |
| SIL Safety Integrity Level |
| César Cassiolato,gerente de ProdutosCláudio
A. Fayad, gerente de Engenharia e VendasEdson Emboaba, gerente de
ProjetosSmar Equipamentos Industriais Ltda |
Introdução
Tem se visto na prática em muitas aplicações
a especificação de equipamentos com certificação
SIL para serem utilizado em sistemas de controle, e sem função
de segurança. Acredita-se também que exista no mercado
desinformação, levando a compra de equipamentos mais
caros, desenvolvidos para funções de segurança
onde na prática serão aplicados em funções
de controle de processo, onde a certifição SIL não
traz os benefícios esperados, dificultando inclusive a utilização
e operação dos equipamentos.
Além disso, esta desinformação leva os usuários
a acreditarem que têm um sistema de controle seguro certificado
mas na realidade eles possuem um controlador com funções
de segurança certificado.
Neste artigo, veremos quais as diferenças básicas que
ajudarão nestas especificações e num melhor entendimento. |
| Controle Preditivo Multivariável
para uma Torre Fracionadora de Propeno |
Cláudia Jovita Garcia Vasconcelos M.ScEngenheira
de Controle de Chemtech
Daniel Moczydlower, M.Sc.,Gerente de Projetos da Chemtech
Filipe Costa Pinto dos Reis Miranda,Chefe do Grupo de Automação
da Recap/Petrobras
João José Baiochi,Operador da Recap/Petrobras |
Resumo
O uso de ferramentas de otimização e controle avançado
de processos em refinarias de petróleo tem forte apelo devido
ao processamento de elevadas vazões e produtos com grande diferença
de valor agregado. Neste trabalho serão apresentados os resultados
da implementação de um controlador preditivo em uma
fracionadora de propeno situada na refinaria de Capuava (RECAP). O
produto principal é o propeno de alta pureza, que é
utilizado como matéria-prima para a produção
de polipropileno. |
| Avaliação da influência
da inclinação da seção de entrada em ciclones
de escala industrial |
| Sérgio Bernardo, Alexandre de Paula Peres
e Milton MoriLaboratório de Modelagem e Simulação
de Processos Químicos- LMSPQFaculdade de Engenharia Química
-FEQ - UNICAMP |
Resumo
O esforço científico visando melhorar o desempenho dos
ciclones tem focalizado não apenas o estudo do comportamento
fluidodinâmico deste equipamento, mas também mudanças
em suas características geométricas. Tais alterações
incluem, por exemplo, variações no diâmetro do
equipamento e nas seções de entrada e saída.
Freqüentemente, projetos de novos ciclones ou até mesmo
de modificações estruturais são baseados em procedimentos
empíricos. De tais procedimentos, surgiram várias idéias
de modificações geométricas na seção
de entrada, como o aumento de sua altura, largura ou do tipo da mesma
(tangencial, em voluta, etc.). Esta parte do ciclone oferece uma gama
de possibilidades ainda pouco conhecidas de modificações
que muito poderiam melhorar o desempenho do equipamento. O acesso
a ferramentas de Fluidodinâmica Computacional (CFD) tem permitido
o estudo destas propostas com agilidade e segurança. Dentro
da linha de pesquisa envolvendo a modificação geométrica
de ciclones será discutido um trabalho de BERNARDO (2005),
no qual o autor desenvolveu um estudo avaliando a influência
da inclinação da seção de entrada de ciclones
em 30º, 45º e 60º para um ciclone de escala industrial,
e sua relação com os parâmetros de desempenho
do equipamento. O trabalho fez parte da tese de Doutorado do autor. |
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