| Empresas |
29 empresas - sendo sete novas - já pagaram um total de US$ 6,47
milhões em taxas de participação no Round 4.
Para provar que o mercado ainda desperta interesse, empresas tradicionais
de outros setores, migram, em consórcio, para a área de petróleo e
gás. É o caso da Petrorecôncavo que surge de uma associação do banco
Opportunity, a PetroSatander e a Perbrás. A norueguesa Norks Hydro,
também participa pela primeira vez no leilão.
Outras empresas, apesar de figurarem como novatas na licitação, tem
larga experiência no mercado nacional. É o caso da Starfish Oil. "Estamos
buscando coisas diferentes e temos interesse em áreas terrestres principalmente",
disse o diretor da empresa, Wagner Freire.
Veja a lista de empresas que estarão no Round 4:
BHP Billiton
Australiana. Tentou duas áreas no terceiro Round, sem sucesso.
ChevronTexaco
A americana já possui oito concessões - das quais opera três - nas
bacias de Santos, Campos e Espírito Santo.
Chinese Petroleum
De Taiwan, já participou do leilão, mas não arrematou nenhuma área.
Compañia Española
de Petróleos S.A
A espanhola participa pela primeira vez do leilão.
Devon Energy
A americana já opera um bloco na Bacia de Campos.
Dover
Canadense, outra novidade do leilão.
El Paso
Americana. Arrematou cinco das sete áreas que concorreu na última
rodada. No total, está presente em dez áreas - seis como operadora.
EnCana
Canadense. Já participou de outras rodadas.
Eni
Italiana. Presente em seis blocos offshore - três dos quais operadora.
Foi quem mais investiu no primeiro Round. No segundo e terceiro, no
entanto, ficou de fora.
Kerr Mcgee
Americana. Possui três participações offshore - uma delas como operadora.
Maersk Oil do Brasil
Dinamarquesa. Opera um bloco na bacia de Santos. O grupo opera no
ramo de transporte marítimo, construção naval, aviação, e opera plataformas
de perfuração no Mar do Norte, em parceria com a Shell e com a Texaco.
No Brasil, presta serviços à Petrobras há 25 anos.
Newfield Exploration
Americana. Já participou de algumas rodadas, mas não arrematou nenhuma
área.
Nexen
Canadense. Novata em bacias brasileiras.
Norsk Hydro
Norueguesa. Participa pela primeira vez no leilão de olho na produção
de gás natural.
Ocean Energy
Americana. A empresa venceu as duas áreas em que concorreu no Round
3.
Oil Company Lukoil
A russa participa pela primeira vez do leilão da ANP Partex Holding
portuguesa. Não possui concessões no Brasil.
Petrobras
Empresa nacional integrada que atua na exploração, produção, refino,
comercialização, transporte, gás natural, fertilizantes, distribuição
de derivados e petroquímica. Possui 70 concessões - opera em 56 delas.
Petrorecôncavo
Brasileira. Associação do banco Opportunity, a PetroSatander e a Perbrás.
Novidade nos leilões da ANP.
Phillips
A companhia americana foi o grande destaque do Round 3 ao arrematar
duas áreas, uma no Espírito Santo e outra na Bacia do Pará-Maranhão.
Queiroz Galvão
Nacional. Já possui seis participações - operando em uma delas.
Rainier
Marítima
A brasileira opera cinco blocos - arrematados na segunda e terceira
rodada - nas bacias do Recôncavo e Potiguar.
Samson
Americana. Opera duas áreas terrestres na Bacia do Recôncavo.
Shell
Anglo-holandesa. Está presente em sete participações no país - três
como operadora. Já descobriu óleo na Bacia de Santos. Recentemente
adquiriu a Enterprise Oil
Statoil
Norueguesa. Possui duas participações em bacias brasileiras.
Starfish
Brasileira. Apesar de figurarem como novata na licitação, tem larga
experiência no mercado nacional. Possui participação no Bloco BS-3.
TotalfinaElf
O grupo franco-belga está presente em três blocos brasileiros. Já
encontrou indícios de óleo.
Unocal
Americana. Possui concessão em quatro áreas: Espírito Santo (2), Campos
e Potiguar.
Wintershall
Alemã. Arrematando os três blocos que disputou no Round 3. Também
participa de outros dois blocos. Classificada para operar blocos A,
vem procurando parceiras para disputar o Round 4 - o interesse é atuar
nas Bacias de Santos. |
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