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O parque de refino nacional precisa
de investimentos entre US$ 13,5 bilhões e US$ 15 bilhões. Ou então, em
2010 terá que importar até US$ 10 bilhões em derivados.
Os dados constam de um estudo elaborado pela Agência Nacional do Petróleo,
entregue esta semana ao Governo Federal. O estudo, realizado com apoio
da consultoria Booz Allen Hamilton, oferece um diagnóstico da atividade
de refino no país e estabelece um modelo de desenvolvimento para o segmento.
"A preocupação da ANP foi apresentar uma reflexão sobre o setor e estimular
medidas imediatas para evitar que o País eleve o índice de dependência
externa", explica o diretor-geral da ANP, Sebastião do Rego Barros.
O estudo prevê um aumento do atual nível de dependência externa no suprimento
de derivados, de até 860 mil de barris/dia em 2010 - o que representa
35% de dependência externa e um impacto na balança comercial de US$ 6,3
bilhões.
Para evitar este quadro, o Brasil depende da adição de cerca 600 mil barris/dia
na capacidade instalada de refino - o equivalente a três refinarias do
porte da Reduc. O problema é que há ociosidade nas unidades de refino
em outros países. Isso significa a necessidade de incentivos fiscais para
atrair novos investimentos. .
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