A Petrobras não terá direito de resposta às
críticas feitas pelo candidato Luiz Inácio Lula da Silva na propaganda
eleitoral gratuita. O ministro do Tribunal Superior Eleitoral, Carlos
Caputo Bastos, indeferiu a representação ajuizada pela companhia.
No programa de terça-feira, Lula acusou a Petrobras de ter preterido
empresas brasileiras em favor de um grupo estrangeiro na construção
da plataforma P-50. O presidente da companhia, Francisco Gros, alegava
ser ofensiva a expressão "inexplicavelmente" usada por Lula para se
referir à escolha do consórcio Mauá-Jurong.
Para o ministro, a questão está a demandar, por parte da Petrobras,
campanha de esclarecimento e, não o exercício do direito de resposta".
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