Para dividir riscos, a Phillips fechou parcerias com a Petrobras
e com a Statoil em seus blocos exploratórios no país.
No bloco BM-ES-11, na Bacia do Espírito Santo, a companhia passou
30% de participação para a Statoil. Nesse bloco, os dados sísmicos
já foram coletados, e estão sendo analisados no QG da empresa, nos
EUA.
Já no bloco PAMA-3, na Bacia Pará-Maranhão, 35% foi cedido à Petrobras.
"É o primeiro farm-in da Petrobras no Brasil", destaca o gerente da
Phillips, Bob Fryklund. (FB) |