Rio de Janeiro, 02 de setembro de 2002
Refino dita palestras de abertura do WPC
A necessidade de aumento na capacidade de refino de petróleo no País foi abordado na primeira plenária do 17º World Petroleum Congress, que acontece até quinta-feira no Rio de Janeiro. O diretor-geral da ANP, Sebastião do Rego Barros, disse aos congressistas que encaminhou ao governo o estudo sobre o problema que o refino no Brasil deverá enfrentar a partir de 2005. caso não haja investimento em refino, a demanda externa passará de 17% para 30%".

"Esse crescimento no refino deve ser conduzido por novos investimentos privados. A Petrobras vai se colocar como minoritária no que for preciso e se for preciso", ressaltou Francisco Gros, presidente da Petrobras.

Gros lembrou que a companhia é a quinta maior refinadora entre empresas que têm ações no mercado aberto. Segundo o presidente, a Petrobras, que tem custo de refino girando em torno dos US$ 0,98 / barril, irá investir US$ 5,9 bilhões até 2005 em suas refinarias. O presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás, José Carlos de Luca, disse que poucas empresas investem em refino. "A Repsol-YPF é uma das poucas, presente no Rio Grande do Sul e em Manguinhos".

"Quem apostar na indústria petrolífera no Brasil vai ganhar, e muito. A realização desse Congresso é mais um sintoma desse ciclo virtuoso", finalizou Rego Barros. (FB)

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